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Sálvia perene (Salvia): a escolha dos profissionais para jardins secos

Mulher com chapéu colhendo flores de lavanda num jardim soalheiro com terra e pedras.

Períodos de calor cada vez mais prolongados, restrições à rega e relvados queimados: muitos jardineiros amadores começam a notar que as plantas de jardim mais tradicionais estão a chegar ao limite. Ao mesmo tempo, cresce a vontade de oferecer mais alimento a abelhas, mamangavas e borboletas - idealmente sem a pressão de regar todos os dias e sem recorrer a fertilizantes caros. É precisamente aqui que uma planta ganha destaque, aquela que os arquitectos paisagistas elogiam há anos quase em segredo: a sálvia perene, do género Salvia.

Porque é que os profissionais apostam na sálvia perene

Em viveiros e produções profissionais, ela acaba quase automaticamente no carrinho quando o objectivo é plantar zonas soalheiras e secas. Muitos jardineiros particulares ainda a deixam passar, apesar de reunir vários requisitos de uma só vez: cores intensas, enorme resistência, pouca manutenção e um verdadeiro chamariz para polinizadores.

Uma “trabalhadora” para jardins actuais

A sálvia perene é, há muito, considerada pelos planeadores paisagistas um “burro de carga” para jardins modernos e resistentes ao clima.

Floração quase contínua da primavera até ao outono

Assim que as temperaturas sobem na primavera, a Salvia acelera o ritmo. A partir de tufos compactos e verdes, erguem-se espigas florais direitas, muitas vezes em:

  • azul-real profundo

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