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Pulgões: como proteger a horta com uma flor sem químicos

Mulher de chapéu a cuidar de flores e legumes numa horta urbana com regador e luvas ao lado.

Os pulgões conseguem paralisar uma horta inteira em poucos dias.

Com uma flor em particular, é possível reduzir de forma clara os estragos - e fazê-lo sem recorrer a químicos.

Quem cultiva no quintal já viu isto acontecer: ontem, feijoeiros, tomateiros ou roseiras pareciam impecáveis; hoje, os rebentos aparecem pegajosos e enrolados. Antes de pegar no pulverizador, vale a pena recuperar um truque antigo da horta: uma flor discreta, mas muito versátil, ajuda a “puxar” a infestação para longe dos seus legumes e, ao mesmo tempo, favorece a presença de insetos auxiliares.

Uma flor discreta como planta-isca para pulgões

Em vez de atacar diretamente as culturas, esta abordagem usa uma flor para desviar o foco do problema. Assim, limita-se o impacto no canteiro e cria-se um ambiente mais favorável aos aliados naturais do jardim, sem necessidade de tratamentos químicos.

Porque é que os pulgões se tornam rapidamente uma praga na horta

Os pulgões preferem rebentos jovens e tenros. Picam os tecidos, sugam a seiva rica em açúcares e multiplicam-se a grande velocidade. Quase todos os clássicos do canteiro podem ser afetados, incluindo:

  • Tomates
  • Feijões e ervilhas
  • Couves

Sinais típicos de ataque nas plantas

Quando a praga se instala, é comum notar rebentos pegajosos e folhas a enrolar - muitas vezes de um dia para o outro, mesmo em plantas que pareciam saudáveis pouco tempo antes.

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